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Polo têxtil paraibano investe em maquinário para estamparia digital e produz até 300 peças por hora

A indústria têxtil da Paraíba gera mais de 13 mil empregos e responde por cerca de 11% do total de serviços do Estado. Das 520 empresas do setor, quase 60% se concentram em polos de João Pessoa, Campina Grande, Itaporanga e São Bento. E, em sua maioria, elas ampliaram sua produção e aumentaram a capacidade em 20% neste ano. Diante disso, o Senai paraibano teve a iniciativa de adquirir maquinários para consolidar essa representatividade e potencializar o desempenho do setor. Essa história de sucesso teve como uma das principais vertentes a compra de uma estamparia digital.

A operação que atende empresários do setor de vestuário ocorre no Centro de Tecnologia da Moda Geralda Júlia Régis – CT Moda do Senai, localizado no polo de Campina Grande. “Temos uma crença muito firme de que o mercado de moda e acessórios é a maior indústria do mundo. Compramos uma estamparia digital de rolo para aplicar em tecidos sintéticos, seda e tecidos de algodão”, conta Francisco Buega Gadelha, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, entidade que congrega o Senai.

Foram adquiridas máquinas industriais nacionais que realizam a impressão direta em tecido, possibilitando a fabricação de estampas variadas em uma única coleção, ou seja, pode haver a impressão sob demanda, em menor escala. Elas podem atender desde os segmentos de decoração e camisetas personalizadas até a customização de ambientes com maior qualidade nas cores e com um consumo de 75% menos água. Por lá, a impressão diretamente sobre zíperes, bolsos e costuras também já é possível, o que colabora para a produção alcançar a marca de até trezentas peças por hora. A impressão direta em tecido possibilita também, uma maior variedade de estampas

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