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Evite os cinco erros mais comuns ao criar conteúdo para o varejo em mídia DOOH

Não é raro encontrarmos no mercado de mídia DOOH (Digital Out Of Home) algumas falhas na criação de conteúdo para campanhas de varejo. Desde a definição do formato até o direcionamento da mensagem, há pontos que podem ser refinados o tempo todo. A seguir, especialistas apontam o que você precisa evitar para a entrega de um trabalho perfeito.

1 – Falta de planejamento

A demanda por mídia no varejo está, geralmente, associada à expectativa de aumento das vendas. Isso exige, mais do que nunca, um estudo detalhado na área administrativa do estabelecimento para que se revele a situação dos produtos e, assim, seja feito o planejamento da ação. “Uma estratégica é colocar no ar a propaganda de produtos que não vendem para dar vazão ao estoque e aumentar a margem de lucro”, explica Giovanni Maddaloni, CEO da GM7 Digital Experience e da Infinity Design.

2 – Definição errada da mensagem

Existem, pelo menos, dois caminhos para trabalhar o conteúdo em digital signage direcionado a lojas: venda e construção de marca. Portanto, questione qual é o seu objetivo ao contratar o serviço. No primeiro, o foco está no aumento do ticket médio, enquanto o outro explora a diferenciação e a percepção no mercado. Se achar necessário, aposte em conteúdos que se renovem periodicamente.

3 – Escolha de imagem sem critério                      

Ao tratar de uma mídia extremante visual, a dedicação na seleção de imagens precisa ser redobrada para causar impacto positivo. “Escolha mais que fotos com qualidade, afinal ninguém gosta de ver coisa feia, escolha fotos que despertem desejo de consumo”, sugere Pedro Henrique Franco Junqueira, diretor de canais e relacionamento da rede 3 Mídia. Mas não crie pânico imaginando uma baita produção fotográfica, pois apesar de ser a melhor maneira de mostrar a especificidade de um produto, o banco de dados de produtos da produtora de conteúdo DOOH dá uma força com imagens gerais.

4 – Criação de vídeos sem ritmo

Estrategicamente, pode ser criada uma série de vídeos para a campanha. A diferença entre cada um deles está no ponto de transmissão dentro do estabelecimento. Em pontos de espera, como as filas de caixa, a transição leva mais tempo e o material é mais criativo para segurar a atenção. Nas áreas de passagem a aposta é no conteúdo conceitual e em edição ágil para comunicar “num piscar de olhos”.

5 – Informação pouco objetiva

A ausência de áudio aumenta a importância de informação enxuta e direcionada. “Coloque inteligência no que vai comunicar”, reforça Maddaloni. Use palavras-chaves que casem com as imagens, mas não repita as informações visuais. A definição da fonte também é decisiva: opte pelos tamanhos grandes e que transmitam a identidade da empresa.

 

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